O russo Timofei Tarasenko bateu quatro recordes mundiais em menos de uma semana, em duas competições na China: três em Pequim, de 1 a 3 de outubro de 2026 (6x6 e 7x7), e um em Guangzhou, nos dias 5 e 6 de outubro (média do 5x5).
Com eles, Tarasenko tem agora a melhor média do mundo no 5x5, no 6x6, no 7x7 e no Megaminx, e a melhor resolução do 7x7. A WCA, a associação que organiza as competições oficiais, já lhe conta 12 recordes mundiais.
Três recordes em Pequim
Na Beijing Autumn Rivalry 2026, a série começou com o 6x6: na primeira rodada ele fez 1:02,64, 1:01,63 e 1:01,00, uma média de 1:01,76. O seu próprio recorde, de agosto em Kuala Lumpur, era de 1:03,63: quase dois segundos a menos.
Na final do 7x7 veio o mais impressionante: uma resolução de 1:27,47, a primeira abaixo de um minuto e meio. O recorde anterior, 1:30,59, era do americano Max Park, que durante anos foi o rei dos cubos grandes e agora só mantém um recorde mundial: a resolução do 6x6 (57,69). Nessa mesma final, Tarasenko deixou a média do 7x7 em 1:35,93, 0,87 segundo a menos que o recorde que ele mesmo tinha batido poucos dias antes em Hanói.
E a média do 5x5, dias depois
Na Guangzhou Grand Open 2026 caiu o quarto. Na semifinal do 5x5 ele fez 35,42, 31,87, 37,15, 30,90 e 32,28 segundos. Tirando o melhor e o pior tempo, como se faz nas competições, sai uma média de 33,19, meio segundo a menos que os 33,73 que o polonês Tymon Kolasiński tinha feito em maio. É o seu primeiro recorde mundial no 5x5.
No 6x6 e no 7x7 cada resolução demora tanto que a média é calculada com apenas 3 tentativas, sem descartar nenhuma; no 5x5, como no 3x3, com 5.
Nessa mesma competição de Guangzhou, o chinês Xuanyi Geng baixou o recorde do 3x3 para 2,51 segundos. Você pode ver todos os recordes mundiais, com os vídeos, na página de recordes do cubo mágico. E se quiser começar pelo 3x3, aprenda com a nossa solução do cubo mágico passo a passo e meça os seus tempos com o cronômetro, que calcula as médias como nas competições.

